domingo, 23 de março de 2025

Proposta do Curso

 Ementa: A proposta do curso é conhecer e analisar as concepções, representações, visões em relação a criança, a infância e a família em diferentes práticas, tempos, espaço e discursos construídas de diversas maneiras por diferentes sociedades e grupos, dotadas, portanto, de historicidade. Neste sentido, visamos problematizar e desconstruir visões de criança, de infância e de família como realidades naturais. Trata-se, de explicitar e discutir às permanências e as rupturas ao tomarmos as instituições "infância" e "família", na sociedade ocidental, desde o período da transição da sociedade feudal para a sociedade moderna até a época contemporânea, e no caso do Brasil, desde o período colonial até nossos dias.

 Conteúdos Programáticos

1. Origem e formação da família moderna e contemporânea.

2. A emergência da infância.

3. A família brasileira: configurações e modelos.

4. Infância e família no Brasil.

Programa do Curso

 Março

Dia 07 (Aula 1) – Apresentação e discussão da proposta do curso

Atividade 1 – Apresentação da professora e dos alunos, enfocar a opção pelo curso;

Atividade 2 – Discussão de quem são vocês e quem somo nós. Apresentação e discussão dos resultados das perguntas encaminhadas via formulário google.

Dia 14 (Aula 2) – Apresentação e debate do Filme “Filhos do Paraíso”

Filhos do Paraíso, publicado em Cinema por Ana Vasconcelos Negrelli.

A cumplicidade entre irmãos é algo simplesmente extraordinário. Pessoas que desde cedo estão unidas, não apenas por laços de sangue, mas também por sentimentos de amizade, carinho, cuidado e proteção. É sobre esse amor que fala o belíssimo filme "Filhos do Paraíso".

O premiado filme iraniano “Filhos do Paraíso”, dirigido por Majid Majidi, nos conta a história de dois irmãos, Ali e Zahra, provenientes de uma família humilde de Teerã. Ali, um garoto de nove anos, numa atuação cativante de Amir Farrokh Hashemian, leva ao sapateiro o par de sapatos velho da sua irmã mais nova Zahra para reparos, mas o perde no caminho de casa. O detalhe: o sapatinho perdido é o único de Zahra.

O que falar para a sua irmã de seis anos que espera de meias o seu único par de sapatos? O que falar para os seus pais que não podem comprar outro? Assim começa a saga de Ali e Zahra.

Na tentativa de escapar da punição do pai e, ainda, preocupado com a situação de Zahra, Ali traça um plano com a irmã: eles vão revezar, sem contar a ninguém, o único par de sapatos disponível: o tênis sujo e muito velho de Ali.

A cumplicidade das duas crianças é evidente no filme, pois mesmo muito triste Zahra aceita a proposta de Ali. Ela ama e confia no irmão. Então, Zahra passa a usar o tênis de manhã e o devolve na saída da escola para que Ali possa ir às aulas a tarde. A partir daí, os irmãos passam por diversas aventuras. Tudo na tentativa de não revelar a verdade aos seus pais e professores, assistir às aulas e cumprir suas tarefas como se nada tivesse ocorrido.

Durante todo o filme, vemos um Ali triste, preocupado e angustiado, que não segura as lágrimas diante das suas limitações, mas que também não perde a determinação em solucionar o problema sem ter que envolver o pai. Zahra mantém vivo o seu lado infantil. Em alguns momentos, despreocupada e sonhadora, ela acredita num final feliz. É a única que faz o irmão rir. Por meio dos seus olhos, o diretor Majid Majidi nos mostra a esperança.

Já o patriarca da família é mostrado como um homem bastante religioso e honesto, o que fica evidente em vários momentos do filme. Apesar de rude, também é nítida a preocupação dele com a esposa e os filhos.

A história mostra um lar com muito amor, respeito, disciplina e honestidade, o que nos faz entender que os valores familiares foram repassados para as crianças desde cedo. A valorização da honestidade, independente das dificuldades, é destacada na película. E assim, sem o pai desconfiar de nada, surge uma oportunidade para Ali solucionar o problema. Uma competição entre escolas em que o prêmio para o terceiro lugar é um par de sapatos. Mesmo com o tênis velho, que não proporciona a Ali condições de competir de igual com as outras crianças, ele consegue se inscrever na corrida. E quando chega o dia, ele corre, corre e corre...

Durante a corrida, cansado e com dores, Ali busca em sua memória lembranças do amor e companheirismo da irmã. Ele está empenhado em conseguir o terceiro lugar e, consequentemente, o tão sonhado prêmio: um novo par de sapatos para Zahra.

A cena da corrida é muito emocionante, mas não é o final do filme, nem o desfecho é tão previsível assim. Se Ali ganha a corrida ou não, consegue o par de sapatos ou não, é o que menos importa nesse filme, porque, quando os créditos sobem na tela, descobrimos que os premiados somos nós, os espectadores, pela oportunidade de assistir um dos filmes mais belos do cinema.

Em “Filhos do Paraíso” podemos ver claramente, em seus personagens, o amor e a cumplicidade. E neste ponto o filme chama a atenção e nos faz refletir. O que seria do amor sem a cumplicidade? Saint-Exupéry afirmava: “Amar não é olhar um para o outro, é olhar juntos na mesma direção”. A cumplicidade é essencial para fortalecer as relações, mas envolve esforço, confiança, companheirismo e apoio nas decisões a serem tomadas. Quando existe entre irmãos é algo extraordinário, simplesmente porque são almas que coexistem desde a idade mais tenra. Nem toda relação entre irmãos é de cumplicidade, nem toda relação entre irmãos é de amor, mas ao escrever sobre "Filhos do Paraíso" só há espaço para falar daqueles irmãos que são unidos por sentimentos de amizade, de amor, de carinho, de cuidado e de proteção.

Os irmãos que crescem juntos, tornam-se testemunhas da vida um do outro. Não há como esconder o passado de um irmão, nem as dores do crescimento, nem as alegrias, nem os sonhos que um dia existiram. Quem tem irmão sempre terá alguém para lembrar a criança que um dia fomos. Segundo a escritora Tati Bernardi: "Ter um irmão é ter, para sempre, uma infância lembrada com segurança em outro coração..."

As experiências compartilhadas tornam possível para um irmão desvendar o adulto que o outro se tornou. Quando compreendemos uma pessoa é mais fácil lidarmos com ela. É mais fácil entender suas atitudes, perdoar suas falhas e torcer por seus sonhos. Esse é o papel que todo irmão deveria desempenhar na vida do outro.

Em "Filhos do Paraíso" observamos que as palavras são desnecessárias, pois a simples troca de olhares basta para que os irmãos se entendam.

Felizes os que dividem tal cumplicidade, pois se tornam companheiros de uma vida inteira.

No filme Zahra poderia simplesmente contar aos pais que Ali perdeu o seu par de sapatos, mas não o fez. Optou pelo caminho mais difícil naquele momento, mas ganhou no final: fortaleceu sua ligação de amor, confiança e companheirismo com o irmão. E assim é na vida, muitas vezes precisamos escolher o caminho mais difícil para fortalecer os laços com quem amamos.

© obvious: http://obviousmag.org/cinema_com_asas/2015/filhos-do-paraiso-o-filme-a-extraordinaria-cumplicidade-entre-irmaos.html#ixzz6trYGi2hi

Bibliografia Básica:

1)      ROURE, Glacy Queiros de; GUIA SILVA, Neisi Maria. Filhos do paraíso: a ética no mundo infantil. Polyphonía, v.28/1, jan-jun, 2017. Pg183-198. (Trabalho individual 1)   https://revistas.ufg.br/sv/article/view/43458

Dia 21 (Aula 3) – Unidade I – História Social da Criança e da Infância

Tema 1 – A individualização da Infância

Atividades 1 – Apresentação do programa do curso

Atividade 2 – Apresentação e diálogos sobre os trabalhos e avaliação do curso

Atividade 3 – Os estudantes deverão sistematizar três ideias interessantes retiradas do texto. (Trabalho individual 2)

Bibliografia

1)      GÉLIS, Jacques. A individualização da Criança. In. ARIÉS, Philippe; CHARTIER (Orgs.) História da Vida Privada. São Paulo: Companhia das Letras, 1991, p.310-329. (vol. 3), Da Renascença ao Século das Luzes. 

2)      A Invenção da Infância é um documentário de 26 minutos, dirigido por Liliana Sulzbach, que aborda as diferentes visões da infância em situações sociais distintas no Brasil. O filme, lançado em 2000, utiliza-se da frase “ser criança não significa ter infância” para imprimir uma reflexão sobre o que é ser criança no mundo contemporâneo. O documentário é um dos filmes gaúchos mais premiados de todos os tempos, com 20 prêmios. https://www.bing.com/videos/riverview/relatedvideo?q=document%c3%a1rio+A+inven%c3%a7%c3%a3o+da+inf%c3%a2ncia&mid=47A6E75F970716D78B3347A6E75F970716D78B33&mcid=F2B89B11426D42E8BB4E2FC24233A978&FORM=VIRE

 

Dia 28 (Aula 4) – Tema 2 – Sentidos da Infância

Atividade 1 - Os estudantes deverão sistematizar três ideias interessantes retiradas do texto.   (Trabalho individual 3)

Atividade 2 - Trabalho em grupo (socialização das sistematizações individuais e produção coletiva) (Trabalho coletivo 1)

Atividade 3 – Aula dialogada

Bibliografia

1)      KUHLMANN Jr, Moysés; FERNANDES, Rogério. Sobre a História da Infância. In. FARIA FILHO, Luciano Mendes (ORG.) A Infância e sua educação: materiais, práticas e representações (Portugal e Brasil). Belo Horizonte: Autêntica, 2004. Pg. 15-34.

2)      VEIGA, Cynthia Greive. Infância Modernidade: ações e sujeitos. In. FARIA FILHO, Luciano Mendes (ORG.) A Infância e sua educação: materiais, práticas e representações (Portugal e Brasil). Belo Horizonte: Autêntica, 2004. Pg. 35-82.

3)      MARCÍLIO, Maria Luiza. História Social da Criança Abandonada. Hucitec, São Paulo, 1998. Pg. 191-223.

Abril

Dia 4 (Aula 5) – Tema 3 – O Sentimento da Infância

1) Os estudantes deverão sistematizar três ideias interessantes retiradas do texto.  (Trabalho individual 4)

2) Trabalho em grupo (socialização das sistematizações individuais e produção coletiva) (Trabalho coletivo 2)

Atividade 3 – Aula dialogada

Bibliografia

1)      ARIÉS, Philippe. História Social da Infância e da Família. Editora Guanabara S.A, Rio de Janeiro, 1978. Pg.29-49. (As Idades da Vida).

2)      ARIÉS, Philippe. História Social da Infância e da Família. Editora Guanabara S.A, Rio de Janeiro, 1978. Pg.40-68. (A Descoberta da Infância).

3)      ARIÉS, Philippe. História Social da Infância e da Família. Editora Guanabara S.A, Rio de Janeiro, 1978. Pg.69-81. (O Traje das Crianças).

Dia 11 (Aula 6) – Tema 4 – Infância Jogos e Brincadeiras

Atividade 1 - Os estudantes deverão sistematizar três ideias interessantes retiradas do texto.  (Trabalho individual 5)

Atividade 2 - Trabalho em grupo (socialização das sistematizações individuais e produção coletiva) (Trabalho coletivo 3)

Atividade 3 – Aula dialogada

Bibliografia

1)      ALTMAN, Raquel Zumbano. Brincando na história. In.: DEL PRIORE, Mary (Org.). História das Crianças no Brasil. São Paulo: Contexto, 1999. Pg. 231-258

2)      HEYWOOD, Colin. Uma História da Infância: da Idade Média à época contemporânea no Ocidente. Porto Alegre: Artmed, 2004, Pg. 141-158.

3)      GOUVEIA, Maria Cristina. O mundo da criança: a construção da infância na literatura (1900-1935). Tese de doutorado, Faculdade de Educação UFMG.

Dia 18 – Semana Santa

Dia 25 (Aula 7) – Tema 5 - Infância e as faces da exclusão

Atividade 1 - Os estudantes deverão sistematizar três ideias interessantes retiradas do texto.  (Trabalho individual 6)

Atividade 2 - Trabalho em grupo (socialização das sistematizações individuais e produção coletiva) (Trabalho coletivo 4)

Atividade 3 – Aula dialogada

Bibliografia

1)      FERREIRA, António Gomes. A infância no discurso dos intelectuais portugueses do Antigo Regime. In: FREITAS, Marcos Cezar; KULMANN Jr., Moysés. (Orgs.) Os Intelectuais na história da infância. São Paulo: Cortez, 2002. P-167-196.

2)      HANSEN, João Adolfo. Educando príncipes no Espelho. In: FREITAS, Marcos Cezar; KULMANN Jr., Moysés. (Orgs.) Os Intelectuais na história da infância. São Paulo: Cortez, 2002. P-61-98.

3)      ABREU, Martha. Meninas Perdidas. In.: DEL PRIORE, Mary (Org.). História das Crianças no Brasil. São Paulo: Contexto, 1999. Pg. 289-316.

4)      SILVEIRA, Katia Pedroso. Tradição Maxakali e conhecimento científico; diferentes perspectivas para o conceito de transformação. Dissertação de Mestrado, Faculdade de Educação, UFMG, 2010.

5)      GONDRA, José G. Filhos da Sombra: os “engeitados” como problema da “Hygiene” no Brasil. In. FARIA FILHO, Luciano Mendes (ORG.) A Infância e sua educação: materiais, práticas e representações (Portugal e Brasil). Belo Horizonte: Autêntica, 2004. Pg. 125-143.

6)      POSTMAN, Neil. O Desaparecimento da Infância. Rio de Janeiro: Graphia, 1999. Pg. 134-156. (A criança em extinção)

MAIO

Dia 02 – Feriado

Dia 09 - (Aula 8) – Tema 6 – Infância – Imigrantes - Trabalho

Atividade 1 - Os estudantes deverão sistematizar três ideias interessantes retiradas do texto.  (Trabalho individual 7)

Atividade 2 - Trabalho em grupo (socialização das sistematizações individuais e produção coletiva) (Trabalho coletivo 5)

Atividade 3 – Aula dialogada

Bibliografia

1)      ALVIM, Zuleika. Imigrantes: a vida privada na República brasileira. NOVAIS, Fernando A; SEVCENKO, Nicolau. História da Vida Privada no Brasil. (Vol 3). Companhia das Letras, 1998. Pg. 215-288.

2)      RAGO, Margareth. Do Cabaré ao Lar. Paz e Terra. Rio de Janeiro, 2014. Pg. 156-193.

3)      CATINHO. Isabel. Crianças-Migrantes no Brasil: vozes silenciadas e sujeitos desprotegidos. O Social em Questão. Ano XXI - nº 41 - Mai a Ago/201.  pg 155 -176.

https://osocialemquestao.ser.puc-rio.br/media/osq_41_art_7_cantinho.pdf

4)      MOURA, Esmeralda Blanco. Meninos e meninas na rua: impasse e dissonância na construção da identidade da criança e do adolescente na República Velha. Dossiê: Infância e Adolescência -   Revista Brasileira de  História. 19 (37) - Set 1999. https://www.scielo.br/j/rbh/a/8VRmw4qKHcp4VxGHPBsLpPG/?lang=pt

 

Dia 16 - (Aula 9) – Trabalho Final

Dia 23 – (Aula 10) - Unidade II – História Social da Família

 

Tema 1 – Educação e escolarização

Atividade 1 - Os estudantes deverão sistematizar três ideias interessantes retiradas do texto.  (Trabalho individual 8)

Atividade 2 - Trabalho em grupo (socialização das sistematizações individuais e produção coletiva) (Trabalho coletivo 6)

Atividade 3 – Aula dialogada

Bibliografia

1)      ARIÉS, Philippe. História Social da Infância e da Família. Editora Guanabara S.A, Rio de Janeiro, 1978. Pg.184-194. (A Rudeza da Infância Escolar e A Escola e a Duração da Infância).

2)      BOTO, Carlota. O desencantamento da criança: entre a Renascença e o Século das Luzes. In: FREITAS, Marcos Cezar; KULMANN Jr., Moysés. (Orgs.) Os Intelectuais na história da infância. São Paulo: Cortez, 2002. Pg.11-60.

3)      FARIA FILHO, Luciano Mendes; GONÇALVES, Irlen Antônio. Processo de escolarização e obrigatoriedade escolar: o caso de Minas Gerais (1835-1911).  In. FARIA FILHO, Luciano Mendes (ORG.) A Infância e sua educação: materiais, práticas e representações (Portugal e Brasil). Belo Horizonte: Autêntica, 2004. Pg. 159-188.

4)      Entrevista Miguel Arroyo sobre Infância e Pedagogia. https://periodicos.ufsc.br/index.php/zeroseis/article/view/1980-4512.2013n27p182/23917

Dia 27 (Aula 11) – Tema 2 – Mito da Maternidade

Atividade 1 - Os estudantes deverão sistematizar três ideias interessantes retiradas do texto.  (Trabalho individual 9)

Atividade 2 - Trabalho em grupo (socialização das sistematizações individuais e produção coletiva) (Trabalho coletivo 7)

Atividade 3 – Aula dialogada

Bibliografia

1)      BADINTER, Elisabeth. O Conflito: A Mulher e a Mãe. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 2024. Pg. 17-26 (Capítulo 1 – As ambivalências da maternidade).

2)      BADINTER, Elisabeth. O Conflito: A Mulher e a Mãe. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 2024. Pg. 157-182 (Capítulo 4 – A Greve dos Ventres)

3)      BADINTER, Elisabeth. O Mito do Amor Materno. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985.

a.        O discurso moralizador herdado de Rousseau, ou “Sophie, suas filhas e suas netas”. (Pg. 237-241)

b.      O discurso médico herdado de Freud.  (Pg. 242-295)

c.       As distorções entre o mito e a realidade. (Pg. 296-331)

Julho

Dia 04 - (Aula 12) – Tema 9 – Paternidade

Atividade 1 - Os estudantes deverão sistematizar três ideias interessantes retiradas do texto.  (Trabalho individual 10)

Atividade 2 - Trabalho em grupo (socialização das sistematizações individuais e produção coletiva) (Trabalho coletivo 7)

Atividade 3 – Aula dialogada

Bibliografia

1)      VISENTIN, Patrícia Menezes; LHULLIER, Cristine. Representações sociais da paternidade. Fractal: Revista de Psicologia, v. 31, n. 3, p. 305-312, set-dez. 2019. https://periodicos.uff.br/fractal/article/view/5640/22015

2)      RAMOS, Joaquim; GOMES, Maria de Fátima Cardoso. Professores Homens na Educação Inicial: um estudo de caso em uma instituição de Educação Infantil Colombiana. Zero-a-Seis, Florianópolis, v. 22, n. 42, p. 382-408, jul./dez., 2020. https://periodicos.ufsc.br/index.php/zeroseis/article/view/75742/44566

Dia 11 (Aula 13) – Convidados

Dia 18 (Aula 14) - Convidados

Dia 25 (Aula 15) – Entrega do Trabalho e Seminário Final.